quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
Ronco durante a gravidez pode estar associado a complicações no parto
Segundo estudo, mulheres que roncam na gestação têm mais chances de dar à luz bebês de baixo peso em partos por cesariana
Roncar à
noite é o principal sintoma da apneia do sono, distúrbio no qual a respiração é
bloqueada enquanto a pessoa dorme. O problema é geralmente associado a doenças
como obesidade e diabetes, mas pode significar perigo também para grávidas e
seus bebês. Uma pesquisa publicada no periódico Sleep revelou
que o distúrbio está relacionado a um aumento da chance de partos por cesariana
e do nascimento de bebês menores que o normal.
Mulheres que roncavam três
ou mais noites por semana antes de engravidar e continuaram durante a gestação
apresentaram cerca de 60% mais riscos de dar à luz bebês com tamanhos menores
do que a média para recém-nascidos. Além disso, a chance de ter um parto por
cesariana foi dobrado nessas mulheres — outro problema, já que, segundo os
pesquisadores, a indicação para as cesáreas foi dada por uma série de
distúrbios, como anomalias fetais e pré-eclâmpsia. Entre as mães que começaram
a roncar na gravidez, existiu apenas o aumento das probabilidades de cesárea –
os bebês nasceram com o peso normal.
Identificar os fatores de
risco para a gravidez e buscar tratamentos não só melhoram a saúde das mães e
seus bebês, como contribuem para diminuir os gastos com partos por
cesariana. Se você está grávida, ou pretende engravidar, entre em contato com
seu médico para não ter problemas durante essa fase importante na vida das
mulheres.
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
Você é uma “pessoa B”?
Escolas e
escritórios oferecem horários alternativos para pessoas que têm um relógio
biológico diferenciado
Você gosta de manhãs calmas e de noites agitadas?
Acha que a vida é curta demais para perder tempo em congestionamentos? É mais
produtivo depois das 10 da manhã? Se você respondeu sim a essas questões, muito
provavelmente você é uma “pessoa B”. Mas o que isso quer dizer exatamente?
Cada um tem um relógio biológico diferente e,
enquanto que alguns gostam de acordar cedo e conseguem trabalhar direito às sete
da manhã, outros se sentem melhores e mais produtivos à noite. No entanto, a
sociedade é “injusta” e o mercado só fica aberto até às 22h, os chefes não
oferecem turnos diferenciados e as escolas em geral começam as aulas às sete da
manhã.
Tentando consertar esse problema, foi criada a
chamada “Sociedade B”, um mundo em que é possível trabalhar, estudar, ir ao
cinema e pagar contas em um horário alternativo. Se o organismo de algumas
pessoas é feito para a noite, por que obrigá-las a acordar cedo e estar na cama
antes das 23h, tornando suas vidas mais complexas e improdutivas?
A vida começa depois das 10h
Na Suécia, a primeira instituição a reconhecer a
legitimidade da “Sociedade B” foi uma escola de segundo grau, que passou a oferecer
a opção de turnos entre oito da noite às oito da manhã. Afinal, um aluno que
chega atrasado todos os dias nem sempre é preguiçoso, ele pode ser apenas uma
“pessoa B”. O manifesto da “Sociedade B” garante que trocas de horários na
escola ou no trabalho podem aumentar a produtividade da pessoa e deixá-la mais
feliz.
Adotar horários diferenciados também acabaria com o
que hoje conhecemos como “hora de pico”. Haveria menos congestionamento, menos
filas e mais alegria. A “Sociedade B” começou na Dinamarca, onde escolas e
escritórios já estão se acostumando com as pessoas que acordam um pouco mais
tarde, mas que rendem até tarde da noite. A ideia é que iniciativas assim
surjam na Finlândia, na Noruega e até mesmo na Inglaterra ainda este ano.
Fonte: Zoinc
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
Relação do sono com a sua vida sexual
Todo
mundo já sabe que dormir bem evita muitas doenças. É no sono que restauramos
nossas energias e defesas. Porém, mesmo assim, um sono saudável fica,
literalmente, nos sonhos de milhões de brasileiros. Boa parte da população não
consegue dormir o necessário, pois estão ligados ao trabalho, estudos e
responsabilidades. Outra parte leva os problemas para a cama e não se desliga
deles. Essa situação só tende a piorar. Hoje as pessoas chegam em casa pensando
em relaxar, só que ao invés disso resolvem ligar o computador ou a televisão e
comprometem todo o sono. Quando percebem já passaram mais da metade da
madrugada acordadas e este sono reparador fica difícil de recuperar.
Um
estudo realizado em 2007, em São Paulo, pela Episono, revelou que um terço (32,9%)
da população, sofre com a apneia. O problema é que muitas vezes o paciente não
sabe que tem este problema, pois nem sempre está associado ao ronco. A doença
prejudica todo o equilíbrio do organismo de uma pessoa. Primeiro afeta a mente,
pois a falta do descanso reduz o nosso raciocínio lógico, a capacidade de
memorizar. Depois, as consequências são pela falta de oxigenação, que
compromete todo o sistema cardiorespiratório e vascular. Vem o cansaço, a
fadiga e começam outras patologias, todas relacionadas ao desequilíbrio
hormonal. Até a obesidade e a diabetes estão associadas a esse distúrbio,
inclusive a baixa libido e as disfunções sexuais. Cerca de 60% dos pacientes
com apneia sofrem de algum problema de disfunção sexual, sendo a dificuldade de
ereção a principal entre os homens. Já nas mulheres, a diminuição da libido e a
falta de prazer são as mais comuns.
Como saber se estou dormindo bem ou mal?
Existem
duas situações: se você acorda sorrindo, bem humorado e de bem com a vida, a
noite de sono foi boa. Mas se você já acorda cansado, quebrado, mesmo ficando
mais de 8 horas na cama, então o sono foi ruim. Os jovens devem ficam em
alerta, atualmente são os que mais sofrem com o distúrbio. Algumas mulheres
jovens estão com níveis altíssimos de colesterol e sérias alterações hormonais,
simplesmente porque dormem muito pouco. Isso já está se tornando um vício.
Ainda segundo o estudo Episono, 7% dos homens, entre 20 e 29 anos, que
apresentavam apneia, tiveram disfunção erétil. Até a produção de
espermatozoides é afetada, levando a infertilidade masculina. Ou seja, para ter
uma vida sexual normal é fundamental ter bons hábitos, entre eles boas noites
de sono.
A boa
notícia é que os distúrbios do sono têm tratamento e começam com a mudança de
hábitos e com a higiene do sono. Devemos levar a sério nosso descanso, para não
comprometermos a saúde física, mental e sexual. Os tratamentos mais comuns para
a apneia são o uso da prótese intraoral e do CPAP (equipamento que insufla ar
nos pulmões). Outras medidas preventivas recomendadas são: prática de atividade
física, combate a obesidade, não ingerir bebidas alcoólicas, evitar o fumo e
ter uma alimentação leve e saudável antes de dormir. Fique atento aos sintomas.
Se sua qualidade sexual e o prazer estão em alta, tenha certeza que você está a
um passo de acordar de bem com a vida.
Fonte:
Revista Corpore
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
Quando o sono não chega
Imaginar que em uma
simples caixinha com uma tarja preta possa estar a solução do seu problema é
uma tentação perigosa para quem sofre de insônia
É
hora de dormir, mas o sono não vem. Você se revira na cama e nada. Levanta,
toma um copo de leite para ver se ajuda e, mais uma vez, em vão. Se for apenas
por uma noite, tudo bem, você não se preocupa e recupera o sono no dia
seguinte. Agora imagina passar por essa situação constantemente? Pois é, quem
sofre de insônia sabe muito bem o que é isso. E é aí que mora o problema. A
busca incessante por uma boa noite de sono leva muitas pessoas a
automedicação.
No
entanto, o uso indiscriminado de remédios para dormir é um recurso perigoso que
pode trazer sérias consequências. Todas essas medicações precisam de
acompanhamento clínico periódico para examinar a evolução do tratamento,
comportamento dos sintomas e níveis de tolerância e dependência.
Um
estudo do departamento de farmacologia da Universidade Federal do Paraná
(UFPR), em parceria com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp),
constatou que, em 2004, 61% das pessoas que compraram benzodiazepínicos - grupo
de fármacos ansiolíticos utilizados como sedativos, hipnóticos e relaxantes
musculares -, em farmácias de Curitiba, tomavam o medicamento há mais de um
ano. O uso contínuo dificulta a interrupção. Na pesquisa, 94% dos pacientes não
foram bem sucedidos ao tentar interromper o tratamento.
O diagnóstico
Os
diversos tipos de medicamentos usados para dormir nunca estiveram tão
populares. Além disso, existem catalogados pela literatura médica 84 distúrbios
do sono de diferentes origens. Para detectar muitos desses distúrbios, é
preciso realizar exames específicos.
Não há contraindicações para fazer a polissonografia, principal exame, não há limite de idade e qualquer um que sofra de algum distúrbio do sono pode fazer tranquilamente. Com base no resultado é que será definido o tratamento ideal para cada paciente. Em algumas ocasiões estes remédios são contraindicados.
Não há contraindicações para fazer a polissonografia, principal exame, não há limite de idade e qualquer um que sofra de algum distúrbio do sono pode fazer tranquilamente. Com base no resultado é que será definido o tratamento ideal para cada paciente. Em algumas ocasiões estes remédios são contraindicados.
Cautela
O
maior risco dos remédios para dormir é a dependência. Com o uso frequente, o
organismo desenvolve uma tolerância ao princípio ativo, fazendo com que uma
dose maior do medicamento seja necessária para que o mesmo faça efeito. No
entanto, se eles forem prescritos com responsabilidade por profissionais e
utilizados em tratamentos, são armas importantíssimas para tratar de distúrbios
específicos. Outros efeitos colaterais observados são alterações na memória,
sonolência diurna, dor de cabeça, náuseas, tontura e disfunção sexual. Por
isso, a dica é não se automedicar e investigar a causa real da insônia.
Fonte:
Revista Corpore
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
O ronco em crianças
Cerca de 12% das crianças roncam habitualmente enquanto dormem. Esse
barulho grave que ocorre a cada respiração enquanto dormimos, geralmente
incomoda o companheiro de quarto. No entanto, se ele estiver associado às
apneias, pode levar a problemas de saúde. O ronco noturno não é importante
quando a criança está resfriada ou com sintomas de rinite, mas se ele existe
quando a criança ronca mais do que três noites por semana, respira de boca
aberta e tem paradas da respiração durante o sono, é necessário uma avaliação
mais funda. Nesta eventualidade, a criança pode apresentar um problema de saúde
chamado de apneia obstrutiva do sono.
Crianças com garganta estreita e/ou músculos
flácidos apresentam um fechamento da garganta durante o sono, levando ao ronco
e à apneia. Com isso, o ar não chega aos pulmões, baixando o oxigênio e
elevando o gás carbônico do sangue. Esses engasgos noturnos provocam
despertares frequentes, alterando a qualidade do sono. Não é surpresa observar
que essas crianças apresentam déficit do crescimento, problemas de
comportamento, mau aproveitamento escolar e hipertensão arterial.
Reconhecer essas doenças é mais complicado, pois o
ronco e os engasgos noturnos ocorrem enquanto os pais estão dormindo. Crianças
com amígdalas grandes ou obesas frequentemente roncam, por isso é importante
ter um alto grau de suspeita quanto aos sintomas. O diagnóstico é feito através
de avaliação clínica com especialista e um estudo do sono com a
polissonografia. Felizmente, o tratamento nos pequenos é mais simples do que em adultos, pois a
maioria deles se beneficia da cirurgia para remoção das amígdalas e da
adenóide.
Fonte: Blog Einstein
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
Os segredos do sono
É do latim a expressão ciclo circadiano (circa + diem = cerca de um dia), que significa - em
conceito informal - o mesmo que relógio biológico. Na verdade, o ciclo
circadiano de uma pessoa é uma espécie de ritmo regulador do corpo. Mas seu
aspecto mais conhecido é o que se refere ao estado de vigília e sono, no ciclo
das convencionais 24 horas diárias que movem a rotina das populações do mundo.
Provém do ritmo biológico - ditado pela própria natureza individual - a
classificação que se costuma fazer entre pessoas matutinas ou vespertinas (ou noturnas).
É possível considerar que talvez residam aí os segredos do estado de sono ou
vigília de uma pessoa, a partir de seus instintos naturais para apreciar melhor
o dia ou a noite.
Você é matutino ou vespertino?
Os matutinos são aqueles indivíduos que acordam cedo e, pela
própria ordem biológica, se sentem animados com a alvorada. Aqueles que sem despertador, acordam todos os
dias às cinco da matina e conseguem realizar um ciclo extenso de atividades
rotineiras.
Já os vespertinos - ou noturnos - se mantêm ultraligados noite
adentro. São as chamadas "corujas genéticas", pessoas capazes de
trocar o dia pela noite, como é comum a escritores, por exemplo, muitos dos
quais trabalham a noite inteira, em vigília produtiva permanente. Essas pessoas
exercem uma rotina típica com o horário de sono entre quatro e onze horas da
manha. Especialistas afirmam que o ritmo de uma pessoa assim deve ser
respeitado gerando satisfação natural e ampla produtividade no cumprimento das
funções rotineiras.
Como identificar os diferentes grupos
A avaliação desses "portadores de diferentes relógios
biológicos" é feita por um questionário que data de
1976, elaborado pelos pesquisadores alemães J. A. Home e O. Otsberg. Os
resultados podem demonstrar variações também, já que em cada esfera podem se
apresentar exemplos de indivíduos extremos ou moderados, entre os quais aqueles
que resistem a longas horas sem dormir.
Também é importante destacar que existem, além dos vespertinos e
matutinos, os intermediários - daquela classe de pessoas que se adaptam aos
dois tipos de horário: o da noite e o do dia.
O sono possui particularidades e causa impactos na saúde. A falta de sono, por
exemplo, pode ser causada como fatores como a ansiedade. A pessoa ansiosa se
sente angustiada, nervosa, preocupada, antecipa problemas (e possíveis
soluções) e acaba não conseguindo relaxar para dormir. Quando, por fim,
consegue adormecer, a qualidade do sono já não é a mesma. A quantidade de sono
profundo é reduzida, e a pessoa acorda cansada, como se tivesse trabalhado a
noite toda, ou seja, o sono não é reparador.
Também é importante lembrar a questão da
hipersonia (tendência a maior intensidade de sono durante o dia, até pelo
estado "elétrico" da pessoa de hábitos noturnos em seu horário
habitual de vivências). Outro aspecto digno de nota é verificar bem a causa da
possível insônia, a fim de que não sejam ministrados medicamentos sem maior
necessidade, uma vez que estes trazem malefícios em longo prazo.
Fonte:
Yahoo Mulher
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